29/03/2017 – Walter Carnielli

O Princípio de Ariadne e o Axioma da Escolha

Pretendo discutir alguns aspectos combinatórios sobre problemas infinitários de tipo Ramsey, mas inspirados em propriedades finitas, com a intenção de explicar a relevância de um princípio conjuntista alternativo formulado por W. Carnielli e C. Di Prisco em 1993, o Princípio de Ariadne. Este princípio é um rival do Axioma da Escolha que pode ser consistentemente adicionado aos axiomas usuais da teoria dos conjuntos de ZF sob determinadas condições.

O Jogo de Ariadne é um jogo para duas pessoas entre Teseu e o Minotauro, no qual Ariadne consegue oferecer uma estratégia vencedora. Esta estratégia corresponde precisamente ao Princípio de Ariadne, e explica o Princípio de forma bastante intuitiva e saborosa.

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22/03/2017 — Rodolfo Ertola

On a weak conditional
José Luis Castiglioni (CONICET-UNLP) and Rodolfo C. Ertola-Biraben (CLE-Unicamp)

Abstract

It is well known that the intuitionistic conditional implies distributivity, not being a conservative expansion of the logic of conjunction and disjunction. In our talk we examine a conditional without that behaviour. We mostly consider the question from an algebraic point of view. However, we give results concerning the corresponding sequent calculus, also taking into account an axiomatic approach.

08/03/2017 — Primeira reunião do semestre

07/12/2016 — Edgar Almeida

Arithmetic: truth and existencial import

Abstract
This presentation will be about some ideas that are the core subjects of my PhD thesis. I will talk about how we can fix the intended model for Elementary Arithmetic and I will propose a classification of arithmetical sentences according their existencial requirements. Furthermore it will be explored some interesting consequences of these proposals.

30/11/2016 — Ricardo Mendes Grande

The Universe as a quantum computer

In this lecture we intend to analyze Lloyd’s hypothesis inherited from Wheeler’s (it from bit) that purposes that our Universe is a big quantum computer. Maybe we should say ‘it from qubit’. We’re going to see how plausible is that supposition and whether it enlarges our general and epistemological understading of the laws of nature.

09/ 11/2016 — Guilherme Araújo Cardoso

Sobre o Paradoxo do Mentiroso

As tentativas de soluções propostas ao Paradoxo do Mentiroso podem ser agrupadas em famílias de abordagens. Uma classificação razoável é aquela que distingue as Abordagens Parciais, as Abordagens Inconsistentes e as Abordagens Contextuais. As Abordagens Parciais se caracterizam pela admissão de truth value gaps. Podemos citar, como exemplos desta família de abordagens, os seguintes trabalhos (dentre outros): Van Frasseen (1968), Herzberger, H. (1970), Kripke, S. (1975) e Martin, R. (1984). As Abordagens Inconsistentes se caracterizam pela admissão de truth value gluts. Podemos citar, como exemplos desta família de abordagens, os seguintes trabalhos (dentre outros): Eklund, M. (2002), Priest, G. (2006) e Patterson, D. (2007). Finalmente, as Abordagens Contextuais se caracterizam pela admissão de algum tipo de interferência do contexto na avaliação das sentenças (ou proposições), o que permite preservar interpretações clássicas e evitar os gaps e gluts. Podemos citar, como exemplos desta família de abordagens, os seguintes trabalhos (dentre outros): Parsons, C. (1974), Barwise, J. e Etchemendy, J. (1987), Glanzberg, M. (2001) e Simmons, K. (2007). A rigor, existem objeções às três famílias de abordagens. Estas objeções são disponibilizadas pelos Argumentos de Vingança que, por sua vez, permitem reconstruir versões do Mentiroso que sejam imunes ao tipo de solução proposta. Nesta apresentação, tentaremos defender as Abordagens Contextuais do Mentiroso, dando atenção especial à Teoria de Situações de Barwise, J. e Etchemendy, J. (1987) e ao modo como tal teoria permitiria desarmar o argumento da vingança.

05/10/2016 — Exequiel Rivas

Título: Logic, categories and programming languages.
Abstract: Categorical logic connects two separate fields in mathematics:
logic and category theory. Can we add the mathematical study of
programming
languages to this picture? In this talk we will explore how programming
languages connect to logic (via Curry-Howard isomorphisms) and categories
(via categorical semantics). In addition, the speaker will try to show how
his research fits into this setting